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terça-feira, 9 de abril de 2019

Torne-se Cuidador de Idosos ainda em 2019.

Quer saber o que oferecemos?



Aulas presenciais e vídeo-aulas para que seu conhecimento possa ficar cada vez mais sólido.
Apostilas digitalizadas.
Bibliografia especializada.
Visitas técnicas.
Formação em curso profissionalizante com professores com nível de especialização, mestrado e doutorado.

Para inscrição o aluno deverá apresentar: RG, CPF, comprovante de residência, 2 fotos.
Pagamento de taxa.
Atendimento com hora marcada.
Celular: 71 993467224

Chancela: Fundação Jaqueira
Execução: Escola Nacional de Cuidadores do Brasil - ENAC
Parceria com o  Serviço Municipal de Intermediação de Mão-de-obra - SIMM



Para inscrever-se: tenha em mãos os documentos necessários e a taxa de inscrição.

Universidade é pioneira na graduação; gerontólogos trabalham em conjunto com famílias, instituições e empresas.

Em 2005, a Universidade de São Paulo (USP) foi pioneira no Brasil ao oferecer um curso de graduação em Gerontologia. Antes, a especialização só existia em nível de pós-graduação. Entender mudanças do corpo humano e perceber o impacto que a arquitetura de um ambiente causa no indivíduo são algumas das atividades exercidas pelos profissionais de gerontologia, que atuam como “administradores” do envelhecimento. Vale lembrar que eles trabalham em conjunto com famílias, instituições, empresas e órgãos públicos para detectar as necessidades dos idosos e oferecer melhor qualidade de vida. O curso é realizado na Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da USP, em São Paulo. A carreira traz uma visão ampla do processo de envelhecimento, incluindo perspectivas biológicas, psicológicas e sociais. Desse modo, o curso não se encaixa em nenhuma área específica do conhecimento (Exatas, Humanas ou Biológicas), sendo responsável pela formação de profissionais generalistas. O bacharel em Gerontologia, identificado como gerontólogo, será preparado para realizar a gestão da atenção ao envelhecimento e à velhice em diversas áreas de atuação. Especialização Presidente da Associação Brasileira de Gerontologia e formada na USP, Eva Bettine conta que já ouviu perguntas sobre a profissão e a área de atuação algumas vezes. “Costumam achar que gerontólogo é dentista ou médico, além de confundirem com geriatria”, revela. De acordo com a especialistas, geriatras são os médicos especializados na saúde do idoso, enquanto o gerontólogo é formado para gerir a atenção ao envelhecimento, além de estudar aspectos biológicos, psicológicos e sociais da velhice. Eva trabalhava com tecnologia da informação (TI) quando decidiu, por volta dos 50 anos, que começaria uma nova carreira. Assistindo à televisão, ela viu uma reportagem sobre os novos cursos da USP e se interessou por Gerontologia. “Acredito que a área tem o papel social de atender à demanda da população idosa, que antes não tinha muita qualidade de vida. Era como se a morte fosse ludibriada com as inovações médicas, mas não havia um ganho de vida”, conta Eva Bettine. “Sempre tive claro a necessidade de investir nos estudos para consolidação da Gerontologia como ciência e profissão”, explica Henrique Salmazo, formado na USP e professor do curso de pós-graduação em Gerontologia da Universidade Católica de Brasília. Ele ressalta que não são apenas profissionais da saúde que procuram pelo curso. “Os interessados pertencem a diversas áreas do saber, incluindo economia, direito, psicologia, serviço social, além de enfermagem, medicina e outros”, diz. Cuidado Salmazo fez parte da primeira turma do curso da EACH e decidiu a carreira por uma questão afetiva. “Meus avós representam sabedoria, escuta e acolhida. Cuidar deles, para mim, era um privilégio”, destaca. Durante a graduação, ele teve oportunidade de participar da criação da Liga Acadêmica de Gerontologia e da Associação Brasileira de Gerontologia, em que ocupa o cargo de vice-presidente. No mestrado, realizado na Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP, teve o desafio de implantar e coordenar a Instituição de Longa Permanência para Idosos (ILPI) no município de São Paulo. Depois, ajudou na implantação de centros-dia para idosos e nos grupos de trabalho que debatiam a regulamentação do exercício profissional do bacharel em Gerontologia. Henrique Salmazo coordena uma pesquisa voltada para a Gerontologia Educacional para desenvolver intervenções ambientais socioeducativas. As atividades envolvem idosos e estudantes de uma escola pública do Distrito Federal. Além disso, ele auxilia no grupo de pesquisa NeuroCog_Idoso, que tem o intuito de avaliar a eficácia de intervenções cognitivas e físicas sobre as funções cognitivas, físicas e menmônicas de idosos saudáveis. Salmazo ainda colabora com um projeto de pesquisa interinstitucional envolvendo UCB, Unicamp e Universidade do Passo Fundo para investigar perfis de envelhecimento em idosos longevos da comunidade, em ambulatório e em instituições de longa permanência. Empreendedorismo Jullyane Marques fez a graduação e o mestrado na USP. Agora, ela atua como diretora operacional e cofundadora de uma empresa de cuidadores e home care, a Onix – Gestão de Cuidado ao Idoso. “Tudo o que o familiar não pode fazer, nós fazemos. Desde acompanhar a pessoa idosa em passeios até pensar em como melhorar o ambiente domiciliar para aqueles que são mais dependentes”, afirma. Nesse cenário, o gerontólogo cumpre papel de gestor que visualiza, ao menos, três pontos de vista: paciente, família e cuidador. “O papel da empresa também pretende evitar a opressão de um desses em relação ao outro. Para isso, a comunicação é um fator primordial", acrescenta. Ela destaca que o gerontólogo sugere o encaminhamento do cuidado e supervisiona a situação, enquanto o cuidador cumpre uma tarefa mais operacional. Um grande desafio para ambos, entretanto, pode ser no entendimento da família com relação ao trabalho que estão exercendo. A cuidadora Tânia Maria Menezes de Oliveira acompanha Nazareth há quatro anos. A rotina de 12 horas compreende banhos, refeições e passeios. “Com 95 anos de idade, por conta da velhice natural, ela está precisando cada vez mais de cuidados. Tem dias em que ela está, assim como hoje, um pouco mais sonolenta, mas em outro está conversando bastante.” Tânia fez um curso de cuidados à saúde do idoso, no qual aprendeu a parte técnica da profissão. A escolha foi feita devido a uma identificação com idosos e de amor ao cuidado com o outro. Saúde Tamiles Mayumi Miyamoto trabalha em uma operadora de saúde com foco em pessoas idosas. Ela é responsável por elaborar um plano de gestão da saúde do idoso. Uma de suas principais ferramentas são os indicadores de especialidade médica. “Faço um trabalho de analista de dados, o intuito é olhar de forma integrada aquilo o que está acontecendo com a pessoa idosa”, conta. “Um gerontólogo não precisa, necessariamente, ter contato direto com o paciente. Eu cumpro uma função mais estratégica”, diz. Ela ressalta que a formação compreende o entendimento do processo do envelhecimento e isso pode envolver muitos cargos diferentes dentro de uma mesma profissão. Antes de fazer parte da operadora de saúde, Tamiles trabalhava em um núcleo de convivência do idoso. Tamiles decidiu fazer Gerontologia na USP por ter uma preocupação com os idosos tanto no quesito psicológico quanto social. “Muito advém da vivência no dia a dia, como em transporte público, shoppings e mercados. É notável que a população idosa está cada vez maior”, conclui. Fonte: Portal de São Paulo.

sábado, 25 de agosto de 2018

STJ concede adicional de 25% a aposentado que precisa de cuidadores.

Todos os aposentados que precisam de auxílio permanente de terceiros terão direito a um acréscimo de 25% no valor do benefício mensal pago pela Previdência Social.
A decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), aprovada por cinco votos a quatro, na quarta-feira (22), vale para quem se aposentou por idade ou tempo de contribuição e poderá beneficiar um número, a princípio, incalculável de aposentados e pensionistas.
Pela regra atual somente os aposentados por invalidez podem pedir o adicional assegurado a quem precisa de um cuidador profissional ou da ajuda permanente de outra pessoa para suas necessidades básicas diárias.
Em nota o Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) disse que vai recorrer da decisão que, segundo estimativa da Secretaria de Previdência do Ministério da Fazenda, gera um impacto de R$ 3,5 bilhões ao ano no Regime geral de Previdência Social.
O secretário de Assuntos Jurídicos da CUT, Valeir Ertle, diz que é importante a preocupação dos ministros com a situação dos idosos brasileiros, cada vez mais dramática, em especial para a maioria mais pobre, mas, é preciso avaliar melhor quem serão os mais beneficiados com a decisão do STJ.
“O valor da aposentadoria é irrisório e a maioria, 22 milhões de aposentados,   recebe apenas um salário mínimo [R$ 954,00] de benefício do INSS. Quem ganha esse valor terá um acréscimo mensal de apenas R$ 250 na renda, enquanto quem ganha o teto [R$ 5.600] vai receber R$ 1.400 a mais”, analisa Valeir.
“Não é justo. Por isso precisamos que haja um teto, um limite para não haver ainda mais distorções e injustiças”, diz o dirigente, que acrescenta: “No Brasil, há muitos ganhando muito pouco, e poucos ganhando muito”.
Valeir alerta que o governo não esclarece os aposentados por invalidez que eles já têm esse direito, que a Previdência não paga automaticamente o valor a mais no benefício e muita gente deixa de solicitar os 25%.
Quem mais precisa, comemora decisão da Justiça
A decisão do Superior Tribunal de Justiça foi considerada bem vinda, especialmente para os filhos que cuidam dos pais e até deixam de trabalhar para isso.
É o caso de Márcia Sanches, 54 anos, que vive um impasse. Ela é cuidadora profissional, mas não consegue emprego porque precisa cuidar da mãe de 89 anos, portadora de Alzheimer e só tem disponibilidade à noite.
“A doença dela se agravou há um ano e, além do Alzheimer, minha mãe tem convulsões, o que a faz precisar de cuidados 24 horas por dia. Pensei em trabalhar a noite e deixá-la com meu marido e filho. Mas com horários limitados fica difícil arrumar trabalho”, diz Márcia.
Segundo ela, o salário médio de um cuidador em São Paulo, por cinco dias de trabalho na semana, está em torno de R$ 1400.
“O problema é que um idoso, dependendo do caso, precisa de cuidados 24 horas por dia, sete dias da semana, e o valor da aposentadoria não cobre muitas vezes sequer as despesas com remédios e alimentação”, diz Márcia.
Márcia conta que sua mãe recebe R$ 1.600 de aposentadoria e somente com remédios e fraldas ela gasta em média R$ 620/mês, o que torna impossível pagar três cuidadores que, em muitos casos um idoso precisa: um no período diurno, outro noturno e um aos finais de semana.
“Se a gente trabalha fora, como vai ter tempo pra dormir ou mesmo resolver algum assunto nos finais de semana?” pergunta e responde ao mesmo tempo Márcia: “os 25% seriam R$ 400 a mais por mês, não paga tudo, mas ajudaria muito”.
E enquanto não recebe o benefício, a família de Francisca das Chagas Félix, 54 anos, aposentada e cadeirante, tem de se desdobrar pra cuidar do patriarca que vive no Ceará, beneficiário de um salário mínimo. Aos 97 anos, ele utiliza sondas para suas necessidades, até de alimentação.
Segundo Francisca, a família chegou a procurar o INSS para obter esse tipo de benefício para o pai, mas o órgão disse que o aposentado não tem direito.
“Meu pai está nesta situação há oito anos e minha mãe faleceu há pouco mais de dez dias, e ela também precisou de cuidados durante os dois últimos anos. Então, eram duas pessoas precisando de cuidados. Por isso, se essa decisão do STJ entrar em vigor será um benefício muito grande”, avalia Francisca.
Os idosos no Brasil
Segundo dados da pesquisa Características Gerais dos Domicílios e dos Moradores 2017, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE),  divulgados em abril último, a população brasileira com 60 anos ou mais de idade cresceu 18,8% entre 2012 a 2017, chegando a 30,2 milhões.
Daqui a 13 anos, o número de pessoas acima de 60 anos deve superar pela primeira vez a quantidade de crianças e adolescentes (0 a 14 anos) no Brasil.
Atualmente, o país tem 12,4 milhões de pessoas acima de 70 anos, ou 5,9% do total da população. Em 2030, esse patamar será de 9% (20,4 milhões), o que significa mais pessoas na fila da aposentadoria e outras precisando de cuidados 24 horas por dia.


Fonte: Rosely Rocha, especial para Portal CUT

terça-feira, 15 de maio de 2018

Torne-se um cuidador de idosos!

Ingressar no mercado de trabalho tendo como referência o nome da Fundação Jaqueira é uma grande alavanca! Agora você terá esta oportunidade. Informe que viu esta postagem e terá um desconto especial. Torne-se um Cuidador! Torne-se uma Cuidadora! Ligue já! 71 9 9346 7224 "Cuidador é o profissional responsável pelo cuidado de bebês, crianças, jovens, idosos e pessoas debilitadas, a partir de objetivos estabelecidos por seus responsáveis diretos, zelando pelo bem-estar, saúde, alimentação, higiene pessoal, educação, cultura, recreação e lazer da pessoa assistida. (Ministério do Trabalho e Emprego – CBO/2002).

domingo, 30 de julho de 2017

Inscreva-se logo! Curso de Cuidadores de Idosos 2017

Inscrições abertas para Curso de Cuidadores de Idosos. Celebramos as parcerias com a Escola Nacional de Cuidadores do Brasil e com o Simm - SIMM - Serviço Municipal de Intermediação de Mão-de-obra, da Secretaria Municipal Desenvolvimento, Trabalho e Emprego - SEDES Aprenda com quem sabe. Ligue 71 993467224. Inscrições abertas para turma de agosto de 2017